Acabei, finalmente, de assistir "Amores imaginários" ç.ç
resumindo, é uma produção canadense de Xavier Dolan, que foi um dos filmes apresentados no
Festival de Cannes 2010 e que fala sobre um triângulo amoroso entre dois amigos, Francis (um personagem gay, meio que carente, interpretado por Xavier, o roteirísta e diretor do drama) e Marie (autosuficiênte e ao mesmo tempo, insegura) com o angelical/sensual/encantador Nicolas.
enfim, já estava louco pra assistir esse filme já tem um tempo, mas como ainda não estava disponível em lugar nenhum, não consegui, até que hoje achei um site que consegui assistir online. esse é o site, se alguém quiser assistir: http://www.tudoonlinebr.com/2010/12/assistir-online-amores-imaginarios.html
como eu esperava, o filme é um daqueles que mesmo sendo o típico romance do triângulo, consegue nos envolver e querer fazer parte do filme, por sua originalidade no modo como aborda o drama e com seu visual totalmente contemporâneo.
esse tipo de filme, sempre me leva a procurar fatos ou personagens com quem eu me identifique... não foi muito de cara, nem de modo específico, mas o fragmento que mais se adequou às minhas conclusões próprias foi um ''desabafo'' da personagem Marie à sua cabeleireira, quase no final do filme. ela dizia:
"Eu sei que era ele, eu nunca amarei outra pessoa, como eu o amei.
Sei que é comum, encontrar sua alma gêmea mais tarde, na vida.
Para mim foi péssimo.
Aconteceu agora, nos meus 25 anos.
Não tem a ver com sexo.
Não me importo com isso.
Isso não é o principal.
O importante é acordar com alguém, dormir de conchinha.
Isso é o que importa, dormir de conchinha.
Sabendo que, se surgir uma pessoa ruim, existe alguém ali.
Isso é uma metáfora.
Os vilões nunca aparecem.
Você acorda com o vento...
Com aquele que te ama respirando sobre seu ombro.
É isso...
A conchinha."
Bom, é isso, depois eu digo mais alguma idiotice qualquer da minha cabeça por aqui.
Até.

Nenhum comentário:
Postar um comentário